Coloproctologia, colonoscopia e cirurgia minimamente invasiva. Diagnóstico preciso, menos dor e recuperação mais rápida.
Graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e especializado por residência médica em Cirurgia Geral e Coloproctologia pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — FMRP-USP.
Titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia desde 2009, com ampla experiência e constante atualização tecnológica em proctologia.
Dedicado ao diagnóstico e tratamento cirúrgico das doenças do cólon, reto e ânus, com ênfase em técnicas minimamente invasivas: cirurgia robótica, videolaparoscopia e cirurgia proctológica com laser — proporcionando menor trauma, menos dor e recuperação mais rápida.
Atua como colonoscopista e integra o corpo clínico como médico assistente da disciplina de Coloproctologia do HCRP-USP, contribuindo ativamente para a formação de novos especialistas.
Diagnóstico e tratamento das principais condições colorretais com tecnologia de ponta.
Cirurgia robótica e videolaparoscopia com ênfase em oncologia colorretal. Alta taxa de cura quando diagnosticado precocemente.
Robótica · LaparoscopiaTratamento cirúrgico exclusivamente com técnicas minimamente invasivas utilizando diferentes tipos de lasers — abordagem individualizada para cada caso, com menos dor e recuperação mais rápida que as técnicas tradicionais.
Laser · Minimamente InvasivoAbordagem cirúrgica a laser com mínima agressão tecidual, proporcionando menos dor, cicatrizes discretas, recuperação rápida e retorno precoce às atividades diárias.
Laser · Mínima AgressãoTécnicas preservadoras do esfíncter com laser — menor risco de incontinência e resultado definitivo para fístulas simples e complexas.
Laser · Alta ComplexidadeTratamento clínico ou cirúrgico da fissura aguda e crônica. Opções modernas que rompem o ciclo de dor e promovem cicatrização definitiva.
Clínico · CirúrgicoClique em cada condição para saber mais.
Os plicomas são pequenas dobras de pele na região anal, geralmente residuais de hemorroidas ou fissuras antigas. Não costumam causar sintomas, mas podem dificultar a higiene local e gerar desconforto estético. Quando incomodam, a remoção é simples e pode ser feita com técnicas minimamente invasivas.
Os pólipos são crescimentos na parede interna do intestino que, na maioria dos casos, são benignos — porém alguns podem evoluir para câncer colorretal ao longo dos anos. Por isso, sua detecção e remoção durante a colonoscopia é uma das formas mais eficazes de prevenir o câncer de intestino.
O sangramento nas fezes nunca deve ser ignorado. Embora causas comuns como hemorroidas e fissuras sejam frequentes, o sintoma também pode indicar pólipos, inflamações ou câncer colorretal. A avaliação especializada é fundamental para identificar a origem e definir o tratamento adequado.
A infecção pelo HPV na região anal pode causar verrugas (condilomas) e, em alguns casos, lesões que aumentam o risco de câncer anal. O diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são essenciais, especialmente em pacientes de maior risco. O tratamento varia conforme o tipo e a extensão das lesões.
É o acúmulo de pus na região ao redor do ânus, causado por infecção das glândulas anais. Provoca dor intensa, inchaço e, por vezes, febre. Trata-se de uma urgência proctológica que exige drenagem cirúrgica. Em parte dos casos pode evoluir para fístula anal, necessitando tratamento complementar.
Caracteriza-se pela formação de pequenas bolsas (divertículos) na parede do intestino grosso, muito comuns após os 50 anos. Na maioria das vezes não causa sintomas, mas pode inflamar (diverticulite), provocando dor abdominal, alteração do hábito intestinal e, em casos mais graves, complicações que exigem cirurgia.
Ocorre quando o tecido endometrial se implanta no intestino, podendo causar dor pélvica, alterações intestinais e sangramento — sintomas que muitas vezes pioram no período menstrual. O tratamento é individualizado e, nos casos com comprometimento intestinal, pode envolver cirurgia minimamente invasiva.
Condição em que se desenvolvem múltiplos pólipos no intestino, frequentemente de origem genética, como a Polipose Adenomatosa Familiar (PAF). Exige acompanhamento rigoroso e, em muitos casos, conduta cirúrgica, devido ao elevado risco de transformação em câncer colorretal ao longo da vida.
Menos trauma, menos dor, recuperação mais rápida — a tecnologia a serviço do paciente.
Exames especializados para rastreamento, diagnóstico precoce e monitoramento.
Padrão-ouro para rastreamento e diagnóstico do câncer colorretal, pólipos e doenças inflamatórias. Remoção de lesões no mesmo ato. Indicada a partir dos 45 anos ou antes, a depender do histórico pessoal e familiar.
Coleta de células do canal anal para análise laboratorial — rastreamento do HPV e prevenção do câncer anal em pacientes de risco.
Exame proctológico simples realizado no consultório, utilizado para visualizar diretamente o canal anal e a porção distal do reto. Diagnostica alterações como hemorroidas internas, fissuras anais e inflamações do reto distal.
As hemorroidas são estruturas vasculares naturais presentes no canal anal de todas as pessoas. O problema surge quando essas estruturas se dilatam e inflamam — condição chamada de doença hemorroidária, uma das queixas mais comuns no consultório do coloproctologista.
Diversos fatores contribuem para o surgimento: esforço excessivo na evacuação, constipação ou diarreia crônica, gravidez, sedentarismo, obesidade e predisposição familiar. O aumento da pressão na região anorretal faz com que os vasos se dilatem e, com o tempo, se projetem para fora do canal anal.
O sangramento vermelho-vivo ao evacuar é o sinal mais frequente, geralmente indolor nas hemorroidas internas. Já as hemorroidas externas podem causar dor, ardência, coceira e a sensação de um nódulo na região anal. É importante lembrar que sangramento nunca deve ser ignorado — embora as hemorroidas sejam a causa mais comum, o sintoma também pode indicar outras condições que exigem investigação.
As hemorroidas internas são classificadas em quatro graus, de acordo com o nível de prolapso. Nos graus iniciais, o tratamento costuma ser clínico — mudanças na alimentação, aumento da ingestão de fibras e água, e medicações. Nos graus mais avançados, quando há prolapso significativo, a abordagem cirúrgica passa a ser indicada.
O tratamento cirúrgico das hemorroidas é realizado exclusivamente com técnicas minimamente invasivas utilizando diferentes tipos de lasers, em uma abordagem individualizada para cada caso. Comparado às técnicas tradicionais, o laser proporciona muito menos dor no pós-operatório, sangramento mínimo e recuperação significativamente mais rápida — permitindo o retorno precoce às atividades do dia a dia.
Diante de sangramento, dor persistente, coceira ou qualquer alteração na região anal, o ideal é procurar um coloproctologista. O diagnóstico precoce facilita o tratamento e descarta condições mais sérias. A avaliação é simples, feita em consultório, e o tratamento é individualizado conforme o grau e os sintomas.
Tem dúvidas ou deseja avaliar seu caso?
Agendar consultaO câncer colorretal é um dos tumores mais frequentes no Brasil e no mundo — mas também um dos mais preveníveis. Quando detectado precocemente, apresenta altas taxas de cura. A boa notícia é que ele costuma se desenvolver lentamente, a partir de lesões benignas, o que abre uma janela valiosa para a prevenção.
A maioria dos casos surge a partir de pólipos — pequenos crescimentos na parede interna do intestino. Inicialmente benignos, alguns pólipos podem sofrer transformação maligna ao longo dos anos. É justamente por isso que a colonoscopia é tão importante: ela permite identificar e remover esses pólipos antes que se tornem cancerosos.
Sangramento nas fezes, alteração persistente do hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre que não passam), fezes mais finas que o habitual, dor abdominal recorrente, sensação de evacuação incompleta, cansaço e perda de peso sem causa aparente merecem atenção. Vale destacar: nas fases iniciais, o câncer colorretal pode ser totalmente assintomático — daí a importância do rastreamento mesmo sem sintomas.
O rastreamento com colonoscopia é indicado a partir dos 45 anos para a população geral. Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal, doenças inflamatórias intestinais ou síndromes genéticas devem iniciar mais cedo e seguir um acompanhamento individualizado. A frequência dos exames seguintes depende dos achados e do perfil de risco de cada paciente.
Quando o tratamento cirúrgico é necessário, as técnicas minimamente invasivas — cirurgia robótica e videolaparoscopia — oferecem grandes vantagens: menor trauma cirúrgico, menos dor, sangramento reduzido e recuperação mais rápida, com resultados oncológicos de excelência. A escolha da abordagem é sempre individualizada conforme o estágio e a localização do tumor.
Além do rastreamento, manter uma alimentação rica em fibras, praticar atividade física regularmente, evitar o excesso de carnes processadas, não fumar e moderar o álcool são medidas que reduzem o risco. Prevenir é sempre o melhor caminho — e está ao alcance de todos.
Está na hora do seu rastreamento?
Agendar consultaA colonoscopia é o exame padrão-ouro para a avaliação do intestino grosso. Por meio de um aparelho fino e flexível com uma câmera na ponta, o médico visualiza diretamente toda a mucosa do cólon e do reto, identificando alterações com precisão e podendo tratá-las no mesmo procedimento.
É o método mais eficaz para rastrear e diagnosticar o câncer colorretal, além de detectar pólipos, inflamações, divertículos e outras condições intestinais. Seu grande diferencial é a possibilidade de remover pólipos durante o próprio exame — interrompendo a evolução de uma lesão que poderia se tornar maligna.
A colonoscopia de rastreamento é indicada a partir dos 45 anos, ou antes, a depender do histórico pessoal e familiar. Pessoas com parentes que tiveram câncer colorretal, sintomas intestinais persistentes ou doenças inflamatórias podem precisar do exame mais cedo — a orientação é sempre individualizada.
O preparo é uma etapa fundamental para o sucesso do exame. Nos dias que antecedem, segue-se uma dieta com baixo teor de resíduos e, na véspera, utiliza-se uma solução laxativa para limpar completamente o intestino. Um intestino bem preparado garante uma visualização clara e um exame mais seguro e preciso. As orientações detalhadas são fornecidas pela equipe antes do procedimento.
A colonoscopia é realizada sob sedação, o que torna o exame indolor e tranquilo — a maioria das pessoas nem percebe sua realização. Dura, em média, de 20 a 40 minutos. Após um breve período de recuperação da sedação, o paciente pode ir para casa, retomando as atividades normais no dia seguinte.
Muitas pessoas adiam a colonoscopia por receio ou desinformação — mas o exame é simples, seguro e pode literalmente salvar vidas. A prevenção do câncer colorretal está, em grande parte, nas suas mãos. Se você está na idade indicada ou tem fatores de risco, converse com um especialista.
Quer agendar sua colonoscopia ou tirar dúvidas?
Agendar consultaProblemas colorretais têm tratamento eficaz — e quanto antes você buscar ajuda, mais simples e confortável será o processo. O Dr. Balestrim e sua equipe estão prontos para atendê-lo com toda a atenção que você merece.